TRIBOTUPI

Este espaço foi criado para todos que acreditam nas tecnologias e mídias como grandes aliadas na construção de conhecimentos e fortalecimento de amizades.Vocês que fazem ou fizeram parte da escola Vila Tupi e todos que, também,pensam como nós, estão convidados a participar! e-mail: tribotupi@yahoo.com.br

27 dezembro, 2006

Casa do Terror


Olá!
Muito bacana o texto do Rudi!Resolvi transcrevê-lo e colocar uma foto que guardei da Casa do Terror...era muito divertido mesmo!Nesta foto está o Rudi no canto esquerdo e acho que o outro montro fantasiado era o Allan...muito divertido!!!

Oi Rita...demorei para escrever mas cheguei...vim aqui para contar um pouquinho da minha vida, um pouquinho mesmo. Entrei no Tupi com oito anos em 1988, estudando na segunda série. Bons tempos que ficaram guardados na memória. Rolava muita paquera, algo normal para uma escola, aquelas colinhas básicas nas provas, principalmente de português e ciências, várias turminhas no pátio, cada um com a sua turma de preferencia, tinha brigas? Sim...mas onde é que não tem.A união da galera para arrecadar alimentos para ganhar na gincana da festa junina, que a classe vencedora ganhava uma excursão para o Playcenter, e era aquela correria, sem contar na CASA DO TERROR que nós fizemos, que era para juntar dinheiro para nossa formatura, muito bom. E foi assim até 1997, quando me formei no terceiro colegial, o que prevalecia entre as turmas, era a AMIZADE. Coisa que hoje em dia não vejo nada disso por lá, além de câmeras de segurança espalhadas por todos os corredores, um verdadeiro "presídio". Depois disso trabalhei dois anos em uma firma de telefonia, para guardar dinheiro para fazer minha faculdade de educação física, onde hoje já estou formado, dando aula em três academias e em um colégio de educação infantil e fundamental. E esse foi um resumo do resumo do foi minha passagem pelo TUPI.Meu nome: Rodrigo Alberto Jesus de SousaApelido mais conhecido por todos:RUDI
16:13

10 dezembro, 2006

Cursos a distância


Olá!
Lendo e comentando o texto do Fran (abaixo), peguei um gancho e resolvi deixar uma dica que considero interessante: são os cursos a distância.É bem bacana para o pessoal que tem planos de fazer faculdade, ou outros cursos, mas não dispõe de tempo para os cursos presenciais.
Alguns são semipresenciais (as avaliações são realizadas na própria instituição) e outros totalmente à distância, via internet. A portaria 4.059 do Ministério da Educação e Cultura, de 2.004, permite que as faculdades ofereçam até 20% da carga horária dos cursos superiores na forma “semipresencial”. Aqui vão alguns links para os interessados: www.univ-ab.pt/ , www.unb.br/temas/educacao_dist/, http://www.unirede.br/, http://www.cead.unb.br/, http://cursos.universia.net/net/app/es/index.asp?LangiId=PT , http://www.unimesvirtual.com.br/.
Estou fazendo um curso de especialização a distância(Tecnologias e Mídias na Educação) e outro de Inglês, então achei interessante divulgar mais essa oportunidadade de estudo. Até breve!

“O ensino e os recursos didáticos numa sociedade cheia de tecnologias”

Aos poucos todos os setores da vida do ser humano têm de adequar-se, em algum aspecto, as tecnologias que cada vez mais se afirmam como suporte indispensável ao modelo de vida da sociedade contemporânea. Não seria diferente com a educação, ainda mais sendo este o setor que possibilitou a emergência, em última análise, de todas as inovações tecnológicas, posto que todos os indivíduos sujeitos da história tecnológica passaram em algum momento pelos bancos escolares. Assim é de se crer que constitui tarefa indispensável à educação acompanhar as evoluções técnicas, e também as implicações psíquicas e morais advindas de tais movimentos técnicos.
Com a tecnologia surgiram também novas formas de relações sociais e do homem com os objetos que compõem o seu entorno, assim o ambiente escolar vê-se alvo da inquietação provocada pela rapidez dos meios eletrônicos devido aos efeitos que estes causam nos alunos. Os alunos por sua vez entram em contato com tais meios cada vez mais cedo a ponto de esta nova geração poder ser identificada como a geração eletrônica, uma ampliação de uma denominação corrente, geração videogame, visto que não é apenas com videogame que tal contato é feito, mas também o microondas, a televisão, o telefone, o computador, e muitos outros, e tantos mais que surgem a cada momento.
Assim o aluno chega à escola com uma bagagem midiática muitas vezes superior a do próprio professor, o que requer deste uma reavaliação de suas práticas e a busca por novos aprendizados para que possa adequar-se a geração que vem ao seu encontro em busca de, não mais em busca apenas de acumular saberes, mas de tornar-se sujeito da dinâmica do conhecimento contribuindo para ampliá-lo e, sobretudo, para renovar os conhecimentos acumulados pela humanidade ao longo de sua história.

03 dezembro, 2006

Apresentação

Olá, amigos. Venho escrever sobre alguém: o menino Francivaldo que da sexta série ao terceiro ano do ensino médio estudou na escola Vila Tupi; venho contar um pouco do que aconteceu com ele desde que se formou e teve que deixar a escola, na verdade não a abandonou de todo, pois todos os finais de semana ele está lá como universitário do Programa Escola da Família (em outra oportunidade comentarei esta bela iniciativa do governo estadual) e se prepara para – quem sabe – voltar à escola não mais como aluno, mas como professor. Escolheu cursar Letras; ano que vem se tudo correr como ele espera será um profissional de letras, cuja função, dentre outras, é a de lecionar língua portuguesa e/ou língua inglesa. Sua paixão, na verdade, é a literatura, a arte, a cultura – são também as minhas. Espero que possamos dividir com todos vocês estas paixões. Ele continua escrevendo e lendo muito, afinal são coisas que definem sua vida, que lhe dão base para continuar...

Há uma sombra que é
Deus. Um lugar imagem.
Povoado de seres brotados da
terra. Plantados por quem?

A enxada de posse do homem
leva-o ao quinhão de chão
a que pertencem. O sol, a lida,
faz que a vida se dilua em suor.

Suor que se mistura
ao barro do caminho sob
as mãos hábeis da Sombra Que É
Deus
e tudo feito eis o que sou.

Há um movimento virtual a envolver tudo e todos. A máquina ameaça – se já não é – tornar-se o centro de interesses do homem. Também me interesso por este movimento, mas o centro de meu interesse é o homem, suas paixões, seus sentimentos, o seu estar-no-mundo, a sua capacidade de criar o novo que, no dizer de Hannah Arent, constitui a verdadeira liberdade humana.

Até mais.
F. L. da Silva. Aluno da E. E. Vila Tupi de 1998 a 2003.