TRIBOTUPI

Este espaço foi criado para todos que acreditam nas tecnologias e mídias como grandes aliadas na construção de conhecimentos e fortalecimento de amizades.Vocês que fazem ou fizeram parte da escola Vila Tupi e todos que, também,pensam como nós, estão convidados a participar! e-mail: tribotupi@yahoo.com.br

06 fevereiro, 2009

Um insite, uma crônica, uma piada

Devem saber o que significa crônica em literatura: um gênero textual de extensão curta, cuja temática baseia-se no olhar o cotidiano com certo sentimento e/ou humor. Eis nossa contribuição ao formalismo, não o russo que este já virou peça de porão de museu. Mas toda esta ironia é para contar algo que conversava com uma amiga outro dia. Contar isto em uma crônica seria prodigioso, no entanto, banal. Se fosse americano escreveria um best-seller de auto-ajuda e apareceria na Oprha, mas prosaicamente lhes contarei o insite magnífico que tivemos num arremedo de piada:

Eram duas crianças, um menina e uma menino. Ambos eram ótimos naquilo que faziam. Um nadava e a outra escrevia. Certa vez se empolgaram por competir, cada qual em sua modalidade. A que escrevia quis logo saber qual o prêmio. O que nadava não via a hora de cair na piscina. Uma ficou em terceiro e o outro em segundo. Ela toda brava, sabendo de seu potencial criativo e desconhecendo o tamanho de seu orgulho nem quis ir buscar a medalha de bronze. Ele, como adorava nadar por qualquer motivo, curtiu o momento e era o próprio Gustavo Borges no pódio olímpico. O cômico: no concurso literário só competiram três jovens escritores; na natação, dois nadadores. O ensinamento: antes participar, ser contemplado e curtir a maior onda de superstar, que nem tentar. O insite: todo mundo vivencia estas pequenas frustrações.

Ser o primeiro de 1000 é o mesmo que ser o primeiro de dois, pois num concurso ou numa competição nossos maiores concorrentes somos nós mesmos. E se somos o segundo de dois, que importa, problema dos outros 998 que nem ousaram participar.

21 dezembro, 2008

Uma reflexão

Estamos aí, no mundo. Num a esmo sem propósito. E temos medo. Apesar de tudo buscamos uma compreensão absurda: quem somos? para onde vamos? qual o sentido de tudo? Sempre e sempre havemos de nos perder num emaranhado de quase-respostas. Importa que somos (afinal eu sinto que sou), que estamos aqui e que há uma mente inquieta oferecendo-se ao jogo. Ao final das contas não há um resultado absoluto, mas uma certeza latente: quando nos damos conta de nós mesmos e nos percebemos únicos, aí então enchergamos nossa ligação com toda a Natureza (Spinoza ecoando). É quando nos dedicamos a nos compreender, honestamente, que todas coisas começam a fazer algum sentido. Um sentido tão particular e universal, único.

26 novembro, 2008

Trabalho com mídia- Português/2º A

Olá!
Estou passando para postar um outro trabalho sensacional elaborado no 3º bimetre, quando estudamos Castro Alves com toda sua obra literária engajada na luta pela libertação dos escravos. Ao longo do bimestre, aprofundamo-nos, também, na reflexão e discussão de todas as formas de escravidão vividas pela história da humanidade... O trabalho foi realizado pelos alunos Diana, Fabielle, Maria Michelly e Murilo. Apreciem...

Profª Rita

15 novembro, 2008

As CÂNDIDAS

Por mim, teria invadido suas consciências. No entanto, pude apenas adivinhar-lhes nuances tão fugidias quanto o tempo que logo nos distanciaria. Aquelas mulheres reunidas a mim constituíamos uma espécie não rara de humanos entregues a: Cândida, a primeira, senhora branca, olhos desfigurados por lentes grossas, voz firme a contrastar com o passo em desequilíbrio que numa precipitação a entregou a outra, Cândida, mulher negra, cujo sorriso em desarranjo inspirou-me uma gargalhada _ por força, sufoquei-a, com isso, decerto, alguma entidade mágica extinguiu-se _, seu cabelo pixaim estava dominado num belo coque seguro por um elástico tosco, a bolsa que trazia consigo não era sua, pertencia a Cândida. Eram ambas sua, sua bolsa e sua doméstica, tudo ficou claro logo que despontaram no alto da escada e se alojaram na ante-sala do laboratório.

As duas mulheres adentraram apoiando-se uma a outra, dividiam o peso de tantos lances de escada. Mas não havia nisto nenhum ineditismo, uma das atribuições da outra Cândida era certamene servir-lhe de bengala. Os acentos estavam todos ocupados. Doendo minha consciência, cedi-lhes meu lugar, imediatamente ocupado por Cândida; auxiliou-a, num zelo incomum, a outra Cândida. Logo depois iniciaram um ritual particular: a senhora, uma voz altissonante, incontida por um despudor comum aos falsos eleitos, emitia solicitações as mais comezinhas: o lenço para os óculos, a bala de menta, a guia médica... A outra, um anjo de solicitude, em seus gestos uma gratidão impensável, incomensurável.

A sala estava apinhada de gente. A mulher com o recém-vindo-a-luz já estava ali quando chegamos, acompanhava-a um homem quieto que se entretinha em estar à disposição dos caprichos dela, sobretudo aqueles motivados por cada movimento do pequeno: água, fralda, calor, frio... demora. Outras tantas pessoas, não pude escapar, a janela protegida por um vidro transparente levou meus olhos e meus pensamentos dali. Até que alguém descerrou uma das duas portas que ocupavam o centro da sala. Todos aguardavam o momento de passar por uma delas, livrar-se de tudo e ir embora. Surpreendeu-nos um senhor altíssimo, vestia um branco amarelecido. Suas mãos enluvadas impediram-me de ouvir o nome da mulher recém-maternascida.

Recebeu a criança no colo, seu olhar gritava: Que fazer? Niná-lo decerto, fazer-lhe caretas, dizer-lhe algo em murmúrios. Eram raras as vezes em que se viam assim: pai e filho, um por conta do outro. Achegou-o ao peito candidamente, no entanto, o bebê irrompeu num choro bravo, de quem quer porque quer o brinquedo antigo. Neste momento, não pude conter minha irritação e impaciência, cheguei perto deles e com o olhar sufoquei aquele serzinho, mas qual minha surpresa: aquele choro penetrou em meus ouvidos, fulminante. Teria desmaiado em loucura se ela não tivesse intervido.

- Deve ser fome! – Disse a outra Cândida. Cada palavra sua ressoava em mim um hino sórdido a humildade.

- Mas ele acabou de mamar... Deve estar estranhando algo. – Replicou o pai. Levantou-se ninando o pequeno, insistente, ansioso por ser um bom pai.

Afastei-me aturdido, mas ela resgatou-me num comentário besta, do tipo: “Filhos são uma benção!” O homem altíssimo reapareceu, suas mãos enluvadas impediram-me novamente de saber Quem o escolhido da vez. A outra Cândida continuava de posse de mim: “Tenho um filho. É um menino bom. Dezoito anos...

A senhora ali é muito boa pra mim. É aposentada. Moramos no mesmo bairro. É sozinha, coitada. Paga pouco, mas é uma boa alma. Acompanho ela aonde vai. Tem medo de dar um ataque e morrer sem nenhum conhecido por perto. Meu filho é jardineiro. Emprego tá tão difícil, não é? De vez em quando ele sai com as ferramentas, se oferecendo para cuidar de qualquer jardim, para podar uma árvore... Quando consegue algo, pagam muito pouco. Faz bico, mas quando se chateia deixa de ir. Perde o trabalho. Ele gosta mesmo é de ficar no fliperama. Nunca vi. O pouco dinheiro que ganha, gasta ali. E quando acaba o seu, vem atrás do meu. O pai dele...”

- Ana Maria da Silva! – O enfermeiro de mãos enluvadas chama a próxima. Minha mãe acena-me e o segue. Daqui a pouco estarei livre.

“... perdeu-se no mundo. Me largou, o menino nem tinha nascido. Criei ele sozinha. Faço faxina além de trabalhar na casa dela. (Coça a cabeça. Retira do coque um grampo de cabelo; abre-o com a boca e o recoloca, num gesto rápido e vertiginoso.) Casei de novo, depois de ele já grande, mas não deu certo. O homem tinha um bar na frente do barraco dele. Me colocou pra tomar conta. Além de me fazer de empregada em casa. Trabalhei muito ali e fora também, nas faxinas. Tudo pra ajudar ele a transformar aquele barraco numa casa. Um dia nós brigamos feio, de um tirar sangue do outro. Ele me tocou de casa só com a roupa do corpo. Safardana. Agora tá lá, sozinho, doente...”

No mesmo instante ambos olhamos para Cândida dormitando na cadeira. Procurei o pai com seu filho, mas já não se encontravam. Busquei então a janela para uma fuga rápida. Lá fora chovia; o mundo coberto por inúmeros pingos grossos não me servia. Em minha consciência doía pensar minha vida em confronto com aquela vida cândida. Quem aquela mulher para me confrontar assim? Ainda bem que o enfermeiro reapareceu e respondeu-me:

- Cândida Maria de Jesus.

As CÂNDIDAS (conto)

Por mim, teria invadido suas consciências. No entanto, pude apenas adivinhar-lhes nuances tão fugidias quanto o tempo que logo nos distanciaria. Aquelas mulheres reunidas a mim constituíamos uma espécie não rara de humanos entregues a: Cândida, a primeira, senhora branca, olhos desfigurados por lentes grossas, voz firme a contrastar com o passo em desequilíbrio que numa precipitação a entregou a outra, Cândida, mulher negra, cujo sorriso em desarranjo inspirou-me uma gargalhada _ por força, sufoquei-a, com isso, decerto, alguma entidade mágica extinguiu-se _, seu cabelo pixaim estava dominado num belo coque seguro por um elástico tosco, a bolsa que trazia consigo não era sua, pertencia a Cândida. Eram ambas sua, sua bolsa e sua doméstica, tudo ficou claro logo que despontaram no alto da escada e se alojaram na ante-sala do laboratório.

As duas mulheres adentraram apoiando-se uma a outra, dividiam o peso de tantos lances de escada. Mas não havia nisto nenhum ineditismo, uma das atribuições da outra Cândida era certamene servir-lhe de bengala. Os acentos estavam todos ocupados. Doendo minha consciência, cedi-lhes meu lugar, imediatamente ocupado por Cândida; auxiliou-a, num zelo incomum, a outra Cândida. Logo depois iniciaram um ritual particular: a senhora, uma voz altissonante, incontida por um despudor comum aos falsos eleitos, emitia solicitações as mais comezinhas: o lenço para os óculos, a bala de menta, a guia médica... A outra, um anjo de solicitude, em seus gestos uma gratidão impensável, incomensurável.

A sala estava apinhada de gente. A mulher com o recém-vindo-a-luz já estava ali quando chegamos, acompanhava-a um homem quieto que se entretinha em estar à disposição dos caprichos dela, sobretudo aqueles motivados por cada movimento do pequeno: água, fralda, calor, frio... demora. Outras tantas pessoas, não pude escapar, a janela protegida por um vidro transparente levou meus olhos e meus pensamentos dali. Até que alguém descerrou uma das duas portas que ocupavam o centro da sala. Todos aguardavam o momento de passar por uma delas, livrar-se de tudo e ir embora. Surpreendeu-nos um senhor altíssimo, vestia um branco amarelecido. Suas mãos enluvadas impediram-me de ouvir o nome da mulher recém-maternascida.

Recebeu a criança no colo, seu olhar gritava: Que fazer? Niná-lo decerto, fazer-lhe caretas, dizer-lhe algo em murmúrios. Eram raras as vezes em que se viam assim: pai e filho, um por conta do outro. Achegou-o ao peito candidamente, no entanto, o bebê irrompeu num choro bravo, de quem quer porque quer o brinquedo antigo. Neste momento, não pude conter minha irritação e impaciência, cheguei perto deles e com o olhar sufoquei aquele serzinho, mas qual minha surpresa: aquele choro penetrou em meus ouvidos, fulminante. Teria desmaiado em loucura se ela não tivesse intervido.

- Deve ser fome! – Disse a outra Cândida. Cada palavra sua ressoava em mim um hino sórdido a humildade.

- Mas ele acabou de mamar... Deve estar estranhando algo. – Replicou o pai. Levantou-se ninando o pequeno, insistente, ansioso por ser um bom pai.

Afastei-me aturdido, mas ela resgatou-me num comentário besta, do tipo: “Filhos são uma benção!” O homem altíssimo reapareceu, suas mãos enluvadas impediram-me novamente de saber Quem o escolhido da vez. A outra Cândida continuava de posse de mim: “Tenho um filho. É um menino bom. Dezoito anos...

A senhora ali é muito boa pra mim. É aposentada. Moramos no mesmo bairro. É sozinha, coitada. Paga pouco, mas é uma boa alma. Acompanho ela aonde vai. Tem medo de dar um ataque e morrer sem nenhum conhecido por perto. Meu filho é jardineiro. Emprego tá tão difícil, não é? De vez em quando ele sai com as ferramentas, se oferecendo para cuidar de qualquer jardim, para podar uma árvore... Quando consegue algo, pagam muito pouco. Faz bico, mas quando se chateia deixa de ir. Perde o trabalho. Ele gosta mesmo é de ficar no fliperama. Nunca vi. O pouco dinheiro que ganha, gasta ali. E quando acaba o seu, vem atrás do meu. O pai dele...”

- Ana Maria da Silva! – O enfermeiro de mãos enluvadas chama a próxima. Minha mãe acena-me e o segue. Daqui a pouco estarei livre.

“... perdeu-se no mundo. Me largou, o menino nem tinha nascido. Criei ele sozinha. Faço faxina além de trabalhar na casa dela. (Coça a cabeça. Retira do coque um grampo de cabelo; abre-o com a boca e o recoloca, num gesto rápido e vertiginoso.) Casei de novo, depois de ele já grande, mas não deu certo. O homem tinha um bar na frente do barraco dele. Me colocou pra tomar conta. Além de me fazer de empregada em casa. Trabalhei muito ali e fora também, nas faxinas. Tudo pra ajudar ele a transformar aquele barraco numa casa. Um dia nós brigamos feio, de um tirar sangue do outro. Ele me tocou de casa só com a roupa do corpo. Safardana. Agora tá lá, sozinho, doente...”

No mesmo instante ambos olhamos para Cândida dormitando na cadeira. Procurei o pai com seu filho, mas já não se encontravam. Busquei então a janela para uma fuga rápida. Lá fora chovia; o mundo coberto por inúmeros pingos grossos não me servia. Em minha consciência doía pensar minha vida em confronto com aquela vida cândida. Quem aquela mulher para me confrontar assim? Ainda bem que o enfermeiro reapareceu e respondeu-me:

- Cândida Maria de Jesus.

24 agosto, 2007

DICAS PARA O ENEM

Li este artigo na página da UOL e achei importante a dica para quem vai fazer a prova do ENEM.Espero que gostem!
Um ponto esquecido do Enem: a leitura da imagem
(Paulo Ramos)
A leitura da imagem -isso mesmo, leitura da imagem- faz parte de uma das cinco competências que fundamentam o teste do Enem. O aluno, dizem os responsáveis pela prova, deve dominar a norma culta da língua portuguesa e diferentes linguagens, a artística entre elas.É por isso que o exame pede questões com obras de arte e histórias em quadrinhos. Algumas levavam ao extremo a necessidade da leitura visual. Mostravam a imagem e pediam ao estudante que indicasse a alternativa correta com base no que leram. As palavras só apareciam nas alternativas a serem preenchidas.Tudo fica mais fácil com exemplo. Vamos a um deles, da prova de 2004:Antes de tudo, o contexto de produção. A tira cômica, um dos gêneros das histórias em quadrinhos, é da personagem Mafalda, criada pelo argentino Quino. As histórias críticas dela não são mais publicadas, mas estão entre as preferidas dos exames vestibulares.Mafalda é a menininha que aparece no meio nos três primeiros quadrinhos e com mais destaque no último. Ela lança a pergunta aos colegas: "Para onde vocês acham que a humanidade está indo?" Os dois meninos transformam a resposta, "para a frente", numa disputa verbal. Nenhum cede à possibilidade de a "frente" do outro.Esse desfecho inesperado é o que provoca o efeito de humor da tira, assim como ocorre com as piadas (meu doutorado na Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo foi exatamente sobre esse tema).O Enem propunha ao aluno cinco alternativas, que deveriam completar esta frase: "A conversa entre Mafalda e seus amigos..."a)revela a real dificuldade de entendimento entre posições que pareciam convergir.b)desvaloriza a diversidade social e cultural e a capacidade de entendimento e respeito entre as pessoas.c)expressa o predomínio de uma forma de pensar e a possibilidade de entendimento entre posições divergentes.d)ilustra a possibilidade de entendimento e de respeito entre as pessoas a partir do debate político de idéias.e)mostra a preponderância do ponto de vista masculino nas discussões políticas para superar divergências.E aí? Você responderia o quê?Em cada frase, há uma palavra-chave ou expressão que desqualifica a alternativa, com base no lido -em palavras e imagens- no texto da tira. Não se trata desvalorização (na "b"), de possibilidade de entendimento (na "c" e na "d"), de ponto de vista masculino (na "e").O que nos leva à alternativa "a". As opiniões caminhavam para a convergência quando teve início o impasse entre os dois meninos.Na mesma prova de 2004, havia outras duas questões com tiras (de "Frank & Ernest" e de "Hagar"), mais uma na proposta de redação (de "Pescoçudos") e uma série de pinturas numa questão sobre trecho de texto de Cândido Portinari (1903-1962). Demorou muito tempo para que o elemento visual fosse incluído no conteúdo pedagógico. Isso ainda não ocorreu como deveria. Existe resistência de alguns em inserir a imagem na sala de aula, talvez por entender que ela não seja tão relevante quanto a palavra.É uma visão estreita. Em muitos casos, ela é até mais complexa de ser compreendida do que a palavra.O Enem inclui sabiamente a imagem em suas questões. E também a leitura dela, dentro do texto em que está inserida. Texto é palavra, elemento verbal escrito. Mas é também imagem, entendida dentro de um contexto de produção. Tenha isso em mente domingo."

09 agosto, 2007

DSTS/ AIDS/DROGAS

Olá, pessoal!
Achei estes sites bacanas e estou compartilhando com todos...Acredito que todas as informações são importantes, quando o assunto é a nossa saúde, certo?

DSTS/ AIDS/DROGAS

www.adolesite.aids.gov.br/drogas.htm#top
http://72.21.62.210/alcooledrogas/coluna_teen/pagina_principal.html
www.monica.com.br/institut/drogas/welcome.htm

Até!

20 maio, 2007

Inscrições PROUNI

Os estudantes que desejam concorrer a bolsas de estudos integrais e parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni), para cursos que iniciam no segundo semestre deste ano, já podem preparar os documentos. O Ministério da Educação anunciou nesta quarta-feira, 28, que as inscrições do ProUni serão abertas em 23 de maio e a divulgação dos selecionados será feita em 14 de junho.
De acordo com o coordenador do ProUni, Celso Ribeiro, a expectativa é oferecer cerca de 50 mil bolsas de estudos no segundo semestre de 2007 que, somadas às bolsas do primeiro semestre, chegam a 160 mil. Para aumentar o aproveitamento das bolsas pelos alunos, a segunda edição do ProUni em 2007 traz uma novidade: no ato da inscrição, o candidato poderá fazer até sete opções de curso ou de instituição. Desde que o programa foi criado em 2004, o aluno tinha o direito de fazer até cinco opções. “Nosso objetivo é dar mais chances aos que buscam uma oportunidade de fazer um curso superior por meio do ProUni”, explica Celso Ribeiro.
Requisitos — Para concorrer a bolsas de estudos, o candidato tem que cumprir uma série de requisitos, entre eles, ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2006 e ter obtido média superior a 45 pontos; ter feito todo o ensino médio em escola pública ou na rede particular na condição de bolsista integral; comprovar renda familiar per capita até um salário mínimo e meio (R$ 525,00 em valores de hoje) para concorrer à bolsa integral e até 3 salários mínimos (R$ 1.050,00) para a bolsa integral de 50% do valor da mensalidade.
(Ionice Lorenzoni)